junho 16, 2011





Saí do pé de ti ontem... já o sol se tinha ido embora, dando lugar à luz ténue dos candeeiros. Pareciam que adivinhavam o que se iria repetir. Sinto saudades, raio das luzes dos postes. Estou a ser mau, a parca iluminação nocturna não tem culpa e se saudades não sentisse de certeza que me iriam fazer falta é algo como a lâmpadas de luz amarelada ao longo da estrada de dia não se vêem e de noite são precisas.

Ao pé de ti saudades não tenho, aliás, ao pé de ti nada de mal me acontece. Sou o mais forte, o mais valente...O mais mimalho, o mais... Ao teu colo, nos teus braços, mal algum me atingirá...nem mesmo as saudades.

És sol...

E quando te vais!!!...

Raio das luzes... acabo sempre por colocar a culpa a quem brilha menos.

Jack.

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