junho 22, 2010

Estive a pensar...

Dormi, nem sei sequer se foi muito ou se pouco foi mas sei que tenho sono,estou para aqui a lutar a tentar manter a cabeça direita, os olhos abertos.

Abri aqui esta coisa, porque me disse: (sim!! eu falo comigo, e daí?? é de louco eu sei mas mais louco é aquele que não se diz nada, digo eu que nem psiquiatra sou)

-Oh pah, escreve lá um dos teu devaneios, daqueles textos que consegues escrever tanto para nada dizer!

Fiquei a olhar para isto como um escaravelho olha para uma bola de estrume, (poderia usar a famosa expressão do burro que olha para o palácio, mas não era a mesma coisa) estive aqui a olhar para o ecrã branco mais de dez minutos como se o tempo me fosse dado assim às carradas para que o desperdice a olhar para onde nada há!

Até que dentro da caixa craniana aqui do eu se fez luz, houve uma célulazinha que teve a solução para a escrita desde... coiso!

-Escreve o que estás a passar... ensonado a tentar escrever e a pensar... de certeza que mal nenhum te irá acontecer.
(é a célula falante como nas fábulas do la Fontaine)

Chove, lá em cima estava a nevar está um frio do caraças, a Sexta-Feira nunca mais chega, estou aqui a esperar com pressa olhando para os minutos que teimosamente duram para aí dez às vezes aqueles mais trocistas chegam a durar um quarto de hora.


Agora veio uma pergunta daquelas que são as chamadas "perguntas hameléticas"

Não tem nada a ver com o que escrevi, afinal o que escrevi também não tem nada a ver.



A pergunta é: (dois pontos, parágrafo, travessão)

- O facto de gostar que as moscas se passeiem nas minhas costas (sem t-shirt claro) será que vou ser acusado de praticar zoofilia???

Agora vou dormir, que o meu mal é sono!

Moi même..o Je.

junho 16, 2010

Sabes-me bem!






















Sabe bem a tua sabedoria, o teu sorriso, até o teu mau feitio.
Sabe bem deitar-me ao teu lado, dormir contigo, sabe bem tomar café contigo e comer chocolate.
Sabe bem olhar-te, apreciar-te, tocar-te e abraçar-te.
Sabe bem ter-te na minha vida, sabe bem a tua presença.
Sabe bem o teu conforto, o teu carinho, o teu abraço, o teu toque.
Sabe bem fazer-te rir, sabe bem brincar contigo, sabe bem sorrir-te.
Sabe bem a nossa cumplicidade.

Sabes-me bem. do verbo saber...e do verbo sabor.

Moi même...o je.

junho 11, 2010

Um beijo assim.



















Um beijo...
Que te tira do chão, que te faz esquecer do que és.
que faz com que o movimento dos planetas congele,
Um beijo que antes de acabar já estou com vontade de dar outro...


"Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar não nos vença.
Não posso pensar que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Não posso deixar de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.
Não posso mentir que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim."




Um beijo...Assim... Com Saudades....Tantas.

Moi même...o je.